PROGRAMA
Tema:
SONS EM PERFOMANCE
Professor:
Marcus Mota
marcusmotaunb@gmail.com
Horário: Quarta-feira 14:00- 18:00
Programa
1- O caso Maxixe: Controle Estético-Social dos Sons em Performance
2- O caso Damon de Atenas: Platão e a axiologia dos ritmos
3- O caso Hanslick vs Wagnerianos: o puramente musical
4- Adorno e Eisler: Por uma dramaturgia sonora
5- Som e mediação tecnológica: Kittler and Ihde
Nesta disciplina serão discutidos casos históricos e questões conceptuais relativos à compreensão de atividades criativas sonoramente orientadas. O ponto de partida será a polêmica em torno do maxixe e sua tumultuosa recepção na primeira metade do século XX.
O caso Maxixe envolve um campo interartístico de atividades (música, dança, performance, cinema) que projeta diversas respostas normativas, as quais, em certa medida, retomam conceitos e análises efetivadas no contexto da dramaturgia ateniense e da axiologia platônica dos ritmos, motivada pelas pesquisas do musicólogo Dámon de Atenas.
Em seguida, os temas da axiologia platônica são contrapostos com proposta formalista de Eduard Hanslick, que, entre outra coisas, defende, contra o movimento wagneriano, uma abordagem da música a partir de seus elementos constitutivos, procurando limitar o alcance de abordagens que enfatizam o “extramusical”.
Para encerrar o curso, temos duas situações que dialogam entre si: o impacto da mediação tecnológica na produção e recepção de sons e imagens acarreta diversos questionamentos, como os pioneiros de Adorno e Eisler, que, a partir do cinema, revisam a longa tradição de se organizar eventos multissensoriais; e os de Kitter e Ihde que em pressupostos que exploram a interrelação entre técnicas científicas, filosofia e novos meios de expressão.
Metodologia
Para cada bloco temático do programa, teremos pelo menos um texto base para as discussões:
Avaliação
Bibliografia
PROGRAMA
1- O caso Maxixe
ALVARENGA, Oneyda. Música Popular Brasileira. Rio de Janeiro: Ed. Globo, 1950.
ARAGÃO, Pedro. Entre polcas, quadrilhas e sambas/ processos de mudança musical no choro a partir de análises comparativas entre gravações fonográficas no século XX. Claves, 10, 2014.
AROM, Simha. African Polyphony&Polyrhythm. Music Strutucture and Methodology. Cambridge: Cambridge University Press, 1991.
AGAWU, Kofi. The communal ethos in African performance: ritual, narrative and music among the northern ewe. Trans. Revista Transcultural de Música, 11, p.1-10, 2007.
ANDRADE, Mário. Música, doce música. São Paulo: Martins, 1976.
ARAÚJO, Mozart de. A Modinha e o Lundu no século XVIII. São Paulo: Ricordi, 1963.
CANÇADO, Tânia. O "fator atrasado" na música brasileira- evolução, características e interpretação. Per Musi 2, p. 5-14, 2000.
CARBONE, Fábio e CORINTO, G.L. Choro, maxixe, samba: da musica per gente di malaffare a fondamento dell’identità nazionale brasiliana, in E. dell’Agnese, M. Tabusi (Eds), La musica come geografia: suoni, luoghi, territori, SGI: 149-161 ,2016.
CARVALHO, José Alexandre. Os Alicerces da Folia: a linha de baixo na passagem do maxixe para o samba. Dissertação de mestrado apresentada a Faculdade de Música da Unicamp, Campinas, 2006. CARVALHO, José Alexandre. O ensino do ritmo na música popular brasileira. Proposta de uma metodologia mestiça para uma música mestiça. Tese, Unicamp, 2011.
CAULFIELD, Sueann. Em defesa da Honra: Moralidade, modernidade e nação no Rio de Janeiro (1918-1940). Campinas/SP: Editora da Unicamp, 2000.
CAZES, Henrique. As três fases do maxixe música. Música Popular em Revista, 6.1, p. 92- 108, 2019. CHASTEEN, John Charles. The Prehistory of Samba: Carnival Dancing in Rio de Janeiro, 1840–1917. Journal of Latin American Studies 28.1,p. 29–47,1996.
CHEMILLIER, Marc; POUCHELON, Jean; ANDRÉ,Jullien; NIKA, Jérôme. La contramétricité dnas les musiques traditionnelles africaines et son rapport au jazz. Anthropologie et Sociétés, 38.1, 105-137, 2014. DINIZ, Edinha. Chiquinha Gonzaga: uma história de vida. Rio de Janeiro: Record: Rosa dos Tempos, 1999.
EFEGÊ, Jota. Maxixe – A dança excomungada. Rio de Janeiro: Conquista, 1974.
FERLIM, Uliana. Música popular no Brasil do século XIX: sujeitos em debates políticos e musicais na definição das “modinhas” como representação da identidade nacional.
FREITAS, Sérgio. A memória e o valor da síncope:
da diferença do que ensinam os antigos e os modernos. Per Musi, n.22, p.127-149, 2010.
GUERRA-PEIXE. Variações sobre o maxixe. Jornal O Tempo, São Paulo, 26/09/1954.
KIEFER, Bruno. Raízes da música popular brasileira. Da modinha e lundu ao samba. Porto Alegre: Movimento, 2013.
KOLINSKI, Mieczyslaw. A Cross-Cultural Approach to Metro-Rhythmic Patterns. Ethnomusicology 17. 3,p. 494–506,1973.
LIMA, Edilson. A dança venturosa: o maxixe como expressividade diaspórica entre a Monarquia e a República brasileira. Artefilosofia, 21, p. 92-107, 2016.
MACHADO, Gabriela. Qual linha guia esse choro? Proposta de inflexões nas melodias dos choros, polcas, schottischs, maxixes e choros-sambados a partir de sua estrutura rítmica. Dissertação de Mestrado. Campinas, Unicamp, 2019.
MACHADO DE ASSIS. Um Homem Célebre(1883). In: Várias Histórias. Rio de Janeiro: Laemmert C. Editores,1896. (link https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/5307 )
MARCÍLIO, Carla. Chiquinha Gonzaga e o Maxixe. Dissertação de Mestrado, Unesp, 2009. MELGOSA, Adrián. Opening the Cabaret America Allegory: Hemispheric Politics, Performance, and Utopia in Flying Down to Rio. American Quarterly, 64.2, p. 249-275, 2012.
MILHAUD, Darius. Brasil – Revue Musicale, 1920. Tradução de Pedro Fragelli. In: CORRÊA DO LAGO, Manoel A.; BURTON, Victor; PIERRE, Guillaume (orgs.). Uma outra missão francesa, 1917-1918: Paul Claudel e Darius Milhaud no Brasil. Rio de Janeiro: Andrea Jakobson Estudio, p. 194-197, 2017.
MILLER, Richard. African Rhythms in Brazilian Popular Music: Tango Brasileiro, Maxixe and Choro. Luso-Brazilian Review, 48.1 1.2011.
NAPOLITANO, Marcos. A historiografia da música popular brasileira (1970-1990): síntese bibliográfica e desafios atuais da pesquisa histórica. ArtCultura,8.13, p. 135-150, 2006.
NASCIMENTO, Rafael. Catete em ré menor: tensões da música na Primeira República. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, n. 67, p. 38-56, 2017.
PEREIRA, Leonardo. A Cidade que Dança: Clubes e Bailes Negros no Rio de Janeiro (1881-1933). Campinas: Editora Unicamp, 2021.
RODRIGUES, Vanuzia. Música popular e dança de salão: o maxixe nos jornais norte-americanos do início do século XX. Tese, Universidade de São Paulo, 2017.
ROSA, Cristina. The curious case of maxixe dancing: From colonial dissent to modern fitness . Atlantic Studies, 17:1, p.13-39,2020.
RUSSEL, Tilden. Dance Theory: Source Readings from Two Millennia of Western Dance. Oxford: Oxford University Press, 2020.
SALLES, Paulo. Villa-Lobos, do maxixe moderno à forma cíclica: convertendo-se em um músico francês no Rio de Janeiro. Música Hodie, 21, 2021
SANDRONI, Carlos. Feitiço Decente: transformações do samba no Rio de Janeiro (1917‐1933). Rio de Janeiro: Jorge ZaharEditor/Ed. UFRJ, 2001.
SANDRONI, Carlos. O paradigma do tresillo. Opus, 8, 102-113, 2002
SÃO JOSÉ, Ana Maria. Samba de Gafieira: Corpos em Contato na Cena Social Carioca. Dissertação de Mestrado, Salvador, UFBa, 2005.
SEIGEL, Micol. The Disappearing Dance: Maxixe's Imperial Erasure.
Black Music Research Journal, 25.1-2, p. 93-117,2005.
SEVERIANO, Jairo. Uma história da música popular brasileira: das Origens à Modernidade. São Paulo: Editora 34, 2013.
SILVA, Dayane. Da Cidade Nova ao Palácio da República: A Trajetória História do Maxixe no Rio de Janeiro ( Segunda Metade do Século XIX e Primeiras Décadas do Século XX). Trabalho de Conclusão de Curso, Universidade Estadual de Londrina, 2011.
TEIXEIRA, Maurício. Estudo Musical de maxixes e lundus gravados entre 1902 a 1915 pela Casa Edison. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2016.
TINHORÃO, José Ramos. Pequena História da Música Popular. Da Modinha à lambada. São Paulo: Art Editora, 1991.
TOPINE, Matheus. A tradição que não foi: Maxixe, Moralidade e Identidade Nacional (1911-1926). Monografia de fim de Curso: Nova Iguaçu, UFRRJ, 2014.
TOPINE, Matheus. Os requebros do maxixe: raça, nacionalidade e disputas culturais no Rio de Janeiro (1880-1915). Dissertação de Mestrado, PUC-RJ, 2018.
TRAJANO, Thiago. Ferramentas para a análise de motivos de acompanhamento. Cadernos do Colóquio de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Música da UNIRIO, 10.1, 2009.
VENEZIANO, Neyde. O teatro de revista no Brasil: Dramaturgia e convenções. Campinas: Pontes/ Editora da Unicamp, 1991.
VELLOSO, Monica Pimenta. Narrativas da brasilidade: Paris, Rio de Janeiro e o maxixe. Escritos. Revista da Fundação Casa de Rui Barbosa, 2. 2, 2008.
VELLOSO, Monica Pimenta. A dança como alma da brasilidade. Nuevo Mundo. Mundos Nuevos. 15 mars 2007.
WISNIK, José Miguel. Machado maxixe: o caso pestana. Teresa : revista de literatura brasileira, n. 4/5, p. 13-79, 2003.
WITKOWSKI, Ariane. De la matchitche a la lambada: presence de la musique populaire bresilienne em France. Cahiers du Brésil Contemporain, Paris, n. 12, 1990.
2- Dámon e Platão
ANDERSON, Warren. The Importance of Damonian Theory in Plato's Thought. Transactions and Proceedings of the American Philological Association, 86, p. 88-102, 1955.
BARKER, Andrew. La psicomusicologia nella Grecia antica (tr. Angelo Meriani). Nápolis: Alfredo Guida Editore, 2005.
BRANCACCI, Aldo. Music and Philosophy in Damon of Oa. In: VASSALO, Christian (ed.) Presocratics and Papyrological Tradition: A Philosophical Reappraisal of the Sources.Proceedings of the International Workshop Held at the University of Trier. Berlin/Nova York:De Gruyter. pp. 161-176, 2019.
BRANCACCI, Aldo. Musica e filosofia da Damone a Filodemo: sette studi. Accademia toscana di scienze e lettere "La Colombaria" - Serie Studi 245. Firenze: Leo S. Olschki editore, 2008.
BRANCACCI, Aldo. Resenha de Robert W. WALLACE, “Reconstructing Damon: Music, Wisdom Teaching, and Politics in Perikles’ Athens. Anabases [Online], 27 , p. 246-249, 2018.
GURD, Sean. The Origins of Music Theory in the Age of Plato. Londres: Bloomsbury Academic, 2020. HAGEL, Stefan. Shaping Character: An Ancient Science of Musical Ethos? Lynch, T. ‘Why are only the Dorian and Phrygian harmoniai accepted in Plato’s Kallipolis? Lyre vs. Aulos’ in Lomiento, L. & Meriani, A. (eds.) Proceedings of the 7th International Moisa Meeting, Pisa–Roma: Fabrizio Serra Editore, p.267-284,2016.
LYNCH, Tosca. “Training the soul in excellence” : musical theory and practice in Plato's dialogues, between ethics and aesthetics. Tese, St. Andrew, 2013.
LYNCH, Tosca. A Sophist ‘in disguise’: a reconstruction of Damon of Oa and his role in Plato’s dialogues . Études platoniciennes, 10, 2013.
PLATÃO. A República. Trad. Maria Helena da Rocha Pereira. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2017.
PETRAKI, Zacharoula. The Soul 'Dances': Psychomusicology in Plato's Republic. Apeiron 41 .2, p.147-170, 2008.
TOMÁS, Lia. Vozes dissonantes: precursores da autonomia da música na Antiguidade. In: DUARTE, R.; SAFATLE, W. (Orgs.). Ensaios sobre Música e Filosofia. São Paulo: Associação Editorial Humanitas, p. 147-156, 2007.
TRONCA, Donatella. Christiana choreia. Un’antropologia cristiana della gestualità coreutica nella Tarda Antichità. Tese, Università di Bologna, 2028.
TRONCA, Donatella. Restricted Movement. Dancing from Late Antiquity through the Early Middle Ages . Journal of the LUCAS Graduate Conference, 4 p. 52-63, 2016.
WALLACE, Robert. Performing Damon’s harmoníai. In: Ancient Greek Music in Performance. Viena: Austrian Academy of Sciences, p. 147-158, 2005.
WALLACE, Robert. Reconstructing Damon. Music, Wisdom Teaching, and Politics in Perikles' Athens. Oxford: Oxford University Press,2015.
3- Hanslick/Wagner
GRIMES, Nicole; DONOVAN, Siobhán;MARX,Wolfgang. (orgs.). Rethinking Hanslick: Music, Formalism, and Expression. Rochester: University of Rochester Press, 2013.
HANSLICK, Eduard. Do belo musical. Trad. Artur Morão. Lisboa: Edições 70, 2011. Link: http://www.lusosofia.net/textos/hanslick_eduard_do_belo_musical.pdf
HANSLICK, Eduard. Hanslick contra Wagner: “The Ring Cycle Comes to Vienna” and “Parsifal Literature”. In: GREY, Thomas (org.). Richard Wagner and his World. Princeton: Princeton University Press, p. 409-425, 2009.
HANSLICK, Eduard. O Culto a Wagner. Trad. Sidnei de Oliveira. Investigação Filosófica, 10.1, 2019 LANDERER, Christoph & WILFING, Alexander (Eds.) Hanslick im Kontext: Perspektiven auf die Ästhetik, Musikkritik und das historische Umfeld von Eduard Hanslick / Hanslick in Context: Perspectives on the Aesthetics, Musical Criticism, and Historical Setting of Eduard Hanslick. Viena: Hollitzer, 2020.
LANDERER, Christoph & WILFING, Alexander. Eduard Hanslick’s Vom Musikalisch- Schönen: Text, Contexts, and their Developmental Dimensions; towards a Dynamic View of Hanslick’s Aesthetics. Musicologica Austriaca: Journal for Austrian Music Studies, 2018.
VIDEIRA, Mário. Eduard Hanslick e a polêmica contra os sentimentos na música. Música Hodie 5.2, 2005.
VIDEIRA, Mário. O Romantismo e o Belo Musical. São Paulo: Editora Unesp, 2008.
VIDEIRA, Mário. Adorno, Hanslick e a questão da autonomia estética da música. Per Musi 35, p.65‐78, 2016.
VIDEIRA, Mário. Formas Sonoras em Movimento. A Natureza do Belo Musical segundo Hanslick. Opus, 11, 237-248.
WILFING, Alexander. Richard Wagner in Eduard Hanslicks Schriften: Wagnerismus und Wagnerkultus. In: LANDERER, Christoph & WILFING, Alexander (Eds.) Hanslick im Kontext: Perspektiven auf die Ästhetik, Musikkritik und das historische Umfeld von Eduard Hanslick / Hanslick in Context: Perspectives on the Aesthetics, Musical Criticism, and Historical Setting of Eduard Hanslick. Viena: Hollitzer, p. 155-175, 2020.
4- Adorno e Eisler
ADORNO,Theodor & EISLER, Hanns. Composing for the Films. Londres: The Athlone Press, 1994. (Original de 1947)
ADORNO,Theodor & EISLER, Hanns. Komposition für den Film. Gesammelte Werke, Serie III, Band 4. Deutscher Verlag für Musik, Leipzig 1977
BICK, Sally. Eisler's Notes on Hollywood and the Film Music Project, 1935-42. Current Musicology, 86, p.7-39, 2008.
BICK, Sally. The Politics of Collaboration: Composing for the Films and Its Publication History. German Studies Review. 33. 1, p. 141-162, 2010.
EISLER, Hanns. Some Remarks on the Situation of the Modern Composer. In: A Rebel in Music: Selected Writings. Trad. Marjorie Meyer. Nova York: International Publishers, p.106-113,1971. ( Archive. org). HUFNER, Martin. Composing for the Films’ (1947): Adorno, Eisler and the sociology of music. Historical Journal of Film, Radio and Television, 18.4, 535-540,1998.
ROSEN, Philip. Adorno and Film Music: Theoretical Notes on Composing for the Films. Yale French Studies n . 60, p.157-182,1980.
ROSA, Ronel. Música e mitologia do cinema - nas trilhas de Adorno e Eisler. Ijuí: Editora Unijuí, 2003. SCHWEINHARDT,Peter; GALL, Johannes; DAHIN, Oliver. Composing for Film: Hanns Eisler’s Lifelong Film Music Project. In: David Neumeyer (org.). The Oxford Handbook of Film Music Studies. Oxford: Oxford University Press, p. 131-187, 2014.
5- Kittler & Ihde
IHDE, Don. Acoustic Technics. Londres: Lexington Books, 2015.
IHDE, Don. Listening and Voice: Phenomenologies of Sound. Albany: State University of New York Press, Albany, 2007.
KITTLER, Friedrich. Gramofone, Filme, Typewriter. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2019.
KITTLER, Friedrich. Mídias Ópticas. Rio de Janeiro: Contraponto, 2016.
KITTLER, Friedrich. A Verdade Do Mundo Técnico: Rio de Janeiro: Contraponto, 2017.
LAFAVE, Kenneth. The sound of ontology : music as a model for metaphysics. Lanham : Lexington Books, 2018.
NOVAK, David & SAKAKEENY, Matt. Keywords in Sound. Duke University Press, 2015.
O’CALLAGHAN, Casey. Sounds: A Philosophical Theory. New York: Oxford University Press, 2007.
https://monoskop.org/Friedrich_Kittler

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