SONS EM PERFORMANCE NA KALLIPOLIS: Conteúdo e forma da arte poética na República de Platão (Pl. Rep. 376d-398b) Gilmar Araújo Gomes RESUMO No texto que se segue serão consideradas as ênfases de sentido presentes nas passagens específicas da República de Platão (Pl. Rep. 376d-398b) onde seu autor se ocupa de distinguir quais os modos aceitáveis e permitidos para o exercício da arte poética numa cidade idealmente justa. Nessas passagens referidas serão expostos os meios pelos quais Platão propõe, por boca de Sócrates, a aplicação de uma metodologia de ensino para os guardiões da cidade justa, através da qual a declamação nos atos cênicos seja avaliada em duas ênfases: conteúdo e forma. Segundo esse escrutínio, aqueles que executarem sons em performance distinta dos ideais de conteúdo e forma propostos para a kallipolis serão expulsos da República . Palavras-chave: Sons, performance, poesia, República, Platão.
Gostaria de indicar Ana Teixeira como palestrante na disciplina "Processos Criativos". Ana Teixeira é pedagoga, fundadora e diretora do Amok Teatro e da Casa do Amok no Rio de Janeiro. Bailarina especializada no sistema Laban/Bartenieff, teve sua formação teatral na Escola de Mímica Corporal Dramática de Paris (Etienne Decroux) e no Institut d’Etudes Théâtrales – Universidade Sorbonne Nouvelle/Paris III. Integrou a Cia. Internacional Théâtre de L’Ange Fou, sob a direção de Steven Wasson (EUA) e Corinne Soun (FR) com a qual realizou turnês pela França, Alemanha e Itália. No Amok Teatro, é responsável pela direção artística, criação de cenário, figurino e coordenação de projetos. Recebeu e foi indicada à diversos prêmios do teatro nacional, dentre eles o Prêmio Shell (direção, figurino, inovação), Prêmio Mambembe e Prêmio Governo do Estado do RJ, Prêmio Cesgranrio e APTR. Com mais de trinta anos de experiência pedagógica nas artes cênicas, ministrou oficinas em escolas, unive...
"A noite de 26 de outubro de 1914 foi sonora em todas as suas dimensões. Celebrando o quatriênio de Hermes da Fonseca na presidência, a então primeira-dama Nair de Teffé (1886-1981) animou os espíritos ilustres e oficiais de seus convidados com uma programação musical um tanto inusual para a ocasião. No repertório, que incluía peças do compositor Arthur Napoleão e uma das célebres Rapsódias do húngaro Franz Liszt, praxes de qualquer ambiente “elevado” da Primeira República, figurava timidamente um tango para violão a ser executado pela própria “Mme. Nair Hermes” em pleno Palácio do Catete." Rafael Nascimento Catete em ré menor: tensões da música na Primeira República Link:https://www.scielo.br/j/rieb/a/xsCysTbrdqV589BNYFTcQTg/?lang=pt&format=pdf Convite: Link: http://memoria.bn.br/docreader/DocReader.aspx?bib=236403&pagfis=415 Trecho de discurso de Rui Barbosa na sessão do Senado do dia 07/11/1914. Porque, Sr. Presidente, quem é o culpado, se os jor...
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